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BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, RUDGE RAMOS, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Psicóloga Clinica
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Terapia do Ser


FÓRMULA DA PAZ
 
Para o sustento da Paz
Em nosso campo de ação,
Aceitemos as pessoas,
Tais quais as pessoas são.


Escrito por Marisa de Mello às 13h47
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Céu de Criança
Mercília Rodrigues

Amontoados flocos brancos
desenhando no céu asas e anjinhos,
carrancudos rostos de gigantes ,
lentamente viram carneirinhos !

A alma angelical extasia-se,
em sua fértil e ingênua criação,
transformando nuvens arredias,
doces amontoados de algodão !

Viaja pelos céus tão infinito ...
Traça caminho e derruba horizonte,
carregando fantasia de menino,
deixa o sol tingir água da fonte .

As almas deveriam ser criança,
para viajar em sonhos coloridos,
com nuvens carregadas de esperança
ter corações pelo amor enriquecidos !
 



Escrito por Marisa de Mello às 13h34
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O TRABALHO
FRATERNO
(Elio Mollo)
25 set 2007
 
O tempo é sempre atual
é o labor há que ser pontual,
com amor fraternal,
pois o serviço do bem
é o único antídoto do mal.
 
Uma obra meritória
de grande valor social,
é feito de renuncia,
esforço e persistência,
onde jamais,
se deve desanimar,
e no amor fraterno
se deve abrigar.
 
De mãos unidas,
seguimos servindo,
pois a obra no bem
é educação e aprimoramento,
donde o trabalho fraterno
é o que multiplica o talento.
 
* * *


Escrito por Marisa de Mello às 13h33
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O MILHO E O FUBÁ

Minha filha adolescente dá um trabalho... Tira notas baixas na escola e quando vou reclamar ela diz com todas as letras:
- Todo mundo foi mal. Até mais do que eu.
Reclamo que ela não estuda, que fica tempo demais na internet. E ela é infalível: “Os outros alunos também ficam.”
No final de semana sai com as amigas. E eu fico na orelha para que ela não ande no carro dos amigos mais jovens, que ainda não têm noção do perigo e que bebem nas festinhas. “Ah, pai, todo mundo anda!”
Quer festa de aniversário. Vai convidar os amigos. Menores. Digo que não vou deixar servir bebidas alcoólicas. Lá vem bomba: “Mas em todas as festas que eu vou eles servem!”
Aí chegam as provas de final de ano. Resultado: dependência. As malditas “depês”. Pulo na garganta dela, só para ouvir: “Os outros também ficaram.”
E quando ela vem com suas desculpas de adolescente, mando o velho:
- Quando você vai com o milho, já voltei com o fubá.
E assim levo a vida, em constante atrito com a aborrescente. Até ela amadurecer e entender que existe uma coisa chamada “responsabilidade”, e que não deve usar o comportamento da maioria de seus amigos como justificativa para seus erros e omissões.
Esse talvez seja o maior desafio dos pais: desenvolver o senso de responsabilidade nos filhos. E também o ensinar como utilizar a prática da paridade. Paridade é uma comparação que prova que uma coisa é igual a outra, ou semelhante. É por meio dela que entendemos o mundo. A gente vê ou ouve as coisas e exercita a paridade, comparando o que vemos ou ouvimos com o que conhecemos. Esse exercício comparativo - com base em nossos valores e convicções - é que fundamenta nossos julgamentos. Consideramos algo bom ou ruim a partir dessas comparações.
O que minha filha faz é um exercício de paridade de adolescente. Quando reclamo das notas baixas ela compara com os outros amigos. E conclui que o problema não é só dela, é da maioria. Portanto deve ser normal. E se é normal, não deve ser tão ruim... “Ah pai, não exagera!” 
Seu conceito de “responsabilidade” ainda não amadureceu para entender que a normalidade não se determina pelo comportamento dos outros. Nem da maioria. Fosse assim, trezentos torcedores de um time trucidando um torcedor do time adversário seria normal.
E esse mau uso da paridade não é problema exclusivo dos adolescentes, não. Olhem o caso dos gastos com cartões corporativos do governo. Um escândalo que traz à luz mais uma vez um exercício da paridade dos adolescentes feito por adultos. Alguém apontou comportamento errado dos integrantes do governo? Compare com o governo anterior. Não importa se o PT governa desde 2003. Importa é ver se os outros também tiraram notas baixas: “Ah, mas no tempo do FHC gastava-se mais!”. “O mensalão foi criado na época do FHC! “Só aceito CPI se ela cobrir também a época do FHC!”...
O Brasil é um país adolescente. Nossa democracia é adolescente. Mas nossos políticos são bem crescidos. Não podem usar justificativas adolescentes para seus atos. Ah, os problemas estão sendo encontrados? A CPI vai ser criada? A ministra já caiu? O ministro já devolveu o dinheiro? O governo está fazendo tudo pela moralidade? Temos transparência?
- Quando vocês vêm com o milho, já voltei com o fubá.
Mas digamos que tudo isso fosse verdade e que providências estão sendo tomadas. Ainda assim teríamos uma grande encrenca, pois o pior problema não dá pra contabilizar: o exemplo que está sendo passado para nossos filhos, de que os erros passados justificam ou atenuam os atuais.
Não justificam. Não atenuam.
Responsabilidade. É isso que explico todo dia para minha filha.
E haja milho...

Luciano Pires


Escrito por Marisa de Mello às 13h32
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Prece de Santa Teresa:

Que a paz esteja dentro de você hoje.

Que você creia estar exatamente onde você deve estar.

Que você acredite nas infinitas possibilidades que nascem do destino.

Que você usufrua as graças que recebeu e passe adiante o amor que lhe foi dado.

Que você seja feliz sabendo que é um filho de Deus.

Que você deixe a presença de Deus entrar em teu corpo e permita à tua alma a liberdade de cantar, dançar, orgulhar-se e amar.

Ele está lá, para cada um de nós.



Escrito por Marisa de Mello às 13h31
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Eliana Maria Thomé de Souza:

 

“Temos de levar a esperança aos desesperados, o conhecimento aos deserdados e a fé aos incautos” 



Escrito por Marisa de Mello às 21h33
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Antes que...
 

Antes de sair de casa, lembre-se:
a Terra é redonda e tudo o que está por baixo neste
momento, estará por cima antes do dia terminar.
Por isso, levante a cabeça e amplie seus horizontes.
Antes de lamentar a morte de um ente querido, lembre-se:
O carvalho mais antigo e mais generoso, derrubado ao solo
parece morto, mas além de servir para muitas aplicações,
suas sementes estão espalhadas pelo solo e as boas
germinarão lembrando a eternidade.
Antes de chorar o que passou e não aproveitou, lembre-se:
Cada passo que damos leva a uma ação, e cada ação
inevitavelmente traz uma reação, que será exatamente de
acordo com o seu empenho e dedicação.
Tudo pode ser transformado, até as pedras saem do lugar,
 mesmo que não queiram.
Mova-se!
Antes de reclamar a desilusão e o engano,m lembre-se:
muitas vezes esperamos demais das pessoas, e elas só
 podem oferecer o que é da sua natureza, o que
realmente tem para dispor, nada mais.
Antes de chorar a solidão do dia e o vazio da noite, lembre-se:
antes que esse dia termine você pode consolar
 alguém mais aflito.
 Pode dividir o pão com alguém mais faminto.
 Dirigir uma palavra para o desesperado e mudar uma vida.
Descruzar os braços e servir afasta a solidão.
Antes de reclamar, de lamentar, de brigar com Deus, lembre-se:
quando você não vê saída, quando descobre que precisa de
 um milagre, se tiver um instante de tranqüilidade
 e refletir, vai descobrir que a resposta está em você,
que o milagre está em você.
Nas suas mãos está o poder de decidir qual o
caminho a seguir.
Você é livre!
Livre para descobrir que suas angústias nascem, crescem
e viram monstros dentro de você, provocadas pelo
seu pensamento, pela sua maneira de ver e esperar
do mundo o que o mundo não pode lhe dar.
Espere mais de você!
Antes que esse dia termine, lembre-se:
Você é centelha divina.
Tudo pode transformar,
se acreditar,
se não duvidar,
se realmente desejar.
(Autor: Paulo Roberto Gaefke)


Escrito por Marisa de Mello às 21h20
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NOVOS TEMPOS
Anna Peralva 
 
Corre ligeiro,
ninguém o alcança...
Avança por estradas,
cruza pontes,
descortina horizontes.
Tudo constrói e destrói
ao seu contento.
Pode ser alvissareiro,
alegre e brejeiro,
mas também é portador
de missivas de dor
e momentos de saudades.
É como a fina areia
que por entre nossos dedos escorre,
sem que haja como impedir...
Sempre a correr
ele passa pelo homem
e faz com que ele também passe...
Há uma estação onde o tempo é diferente,
mas para merecê-la é imperativo,
muitos períodos de vivência
em busca de crescimento
e conhecimento.
Nesse espaço, a vida segue sem tempo
e se pode tocar o vazio,
preenchendo-o de esperanças
na alegria do aprendizado...
...Na mesma estrada, após muitas jornadas
há um tempo, entre a luz e as sombras,
que nos conduz a um outro tempo...
Lá, os tempos se juntam
fundem-se num só,
presente, passado e futuro...
A matéria se desmaterializa
e a alma se abriga
num novo templo... A Eternidade!
Em seus braços, o abraço da Paz,
de um tempo de Luz
que nunca se desfaz...


Escrito por Marisa de Mello às 21h18
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Conjugando
o verbo amar
Rivkah Cohen
 
Um dia,
tudo que foi dito impossível,
será visto
e não será difícil,
nem será a revelia!
 
Se o aprendizado
está nas diferenças,
por que abraçar o irmão ao lado,
por que não terminar com as desavenças?!
 
Venha, Paz!
Venha sem alarde,
sem tocar trombeta,
mas não demore mais!
 
Por enquanto
vejo que são tristes os que conseguem
se tocar, os que amando, tentam
esse verbo conjugar.
 
* * *


Escrito por Marisa de Mello às 21h17
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Os quatro vestidos
Belvedere Bruno
-----
 
Dona Nara preparava o chá, enquanto conversava comigo. Costumo visitar essa amiga de quinze em quinze dias. Tem 87 anos. Sei que sente um prazer imenso com minha visita. Aproveito para declamar, ler textos de Clarice Lispector, que ela adora, e colocar o papo em dia. Ela também gosta de umas fofocas, e isso só consigo levando uma das revistas semanais que falam sobre a vida de artistas.
 
Esta semana tive uma surpresa. Ela, sentada, tomava chá, e eu me deliciava com o bolo de chocolate e nozes que havia preparado para mim. Não aceita essa minha história de colesterol alto. Diz que ando cismada.
 
De repente, quando ela começou a falar, percebi uma mudança em sua expressão facial; senti o tom da voz estranho, meio choroso... O que viria? Fiquei nervosa, esperando alguma notícia sobre doença, depressão, qualquer coisa ruim.
 
O que ela contou pegou-me de surpresa.
 
"Sou uma pessoa feliz, tenho meus filhos e netos. São presentes, amorosos. Meu companheiro já se foi, deixando uma saudade que nunca se extinguirá. Acredito no reencontro. Isso ameniza a perda. Ainda vejo seu sorriso, ainda sinto suas mãos, após quinze anos de ausência. Mas o que mais me doeu na vida não foi sua partida."
 
E prosseguiu a narrativa.
 
"Meus pais morreram cedo. Tinha sete anos quando um partiu após o outro. Um tio me adotou. Sua filha era da minha idade e brincávamos, éramos amigas, enfim, éramos crianças. Uma tarde, meu tio chegou em casa com um embrulho para ela. Quando abriu, vi quatro lindos vestidos trabalhados no peito com 'casinha de abelha'. As cores eram lindas! Azul, rosa, branco e verde. Claro que pensei que um dos vestidos fosse para mim. Mas qual! Todos foram para Julieta, que os vestiu sob o olhar admirado de meus tios. Não me olharam, esquecidos que ali estava uma criança carente, cheia de ansiedades... Foi o dia mais triste de minha vida. Até hoje tenho mágoa dele. Como pôde tratar uma criança daquela forma? Chorei todas as lágrimas naquele dia, vendo minha prima desfilar com os quatro vestidos."
 
Fiquei ouvindo-a. Até que me restabeleci e disse:
 
– Amiga, tudo era ignorância, ele não pensava que o fato pudesse gerar tanto trauma. Muitas vezes pequenas coisas deixam marcas tão profundas na vida da gente, mas como os outros podem pressentir isso? É claro que um dos vestidos deveria ser dado a você, porém se ele não teve essa percepção, que você consiga se livrar dessa mágoa. Já é mais que tempo!
 
Ela, então, falou:
 
– Nunca! É algo que está arraigado em minha alma. Levarei comigo. Tinha que contar a alguém apenas para me aliviar um pouco.
 
E continuamos o chá. Comi metade do bolo, ela riu muito das fofocas que contei sobre os artistas. Na próxima semana, irei ao chá levando uma camisola azul-celeste, toda trabalhada com "casinha de abelha" no peito. Pedi a uma vizinha, que adora esse tipo de trabalho, para confeccioná-la na cor preferida de Nara.
 
Quem sabe o presente consiga diluir um pouco essa mágoa tão insistente, tão abrasadora?
 
Isso levou-me a refletir mais profundamente sobre a responsabilidade de nossos atos, de nossas palavras no dia-a-dia.
 
Uma frase impensada, displicente, insensata, pode, de fato, levar a anos de profundas dores... Ou a dores eternas, como parecem ser as de minha querida amiga Nara.
 
* * *


Escrito por Marisa de Mello às 21h16
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Amigo
Universal
Por
 Cora Maria
-------
 
 
Amigo, querido

Amigo de todas as horas

Amigo Universal,
Imortal,
Espiritual.
 
Presente do universo
que acompanha meus dias.

Sombra protetora,
amigo sem rosto,
sem nome
 
Tua missão:
Amor, Proteção.

Hoje te trago minha melhor inspiração

Em versos te trago meu coração!

Perdida nas esquinas da vida,
vens ao meu encontro e me direcionas.
 
Te sinto,
te pressinto!
 
Nos dias de sol caminhas ao meu lado,
percebo tua energia serena.

Nos dias nublados,
me acompanhas silenciosamente,
esperando que eu o convide
para entrar em meus pensamentos,
e me soprar o melhor direcionamento
 
Te sinto!
Te pressinto!
 
Nesta hora de abertura me falas,
e trazes as palavras necessárias
para meu reencontro,
meu equilíbrio
 
És Divino!
 És fonte inesgotável de amor.
 
És mágico,
és Energia Pura do Universo.
 
A ti rendo toda minha gratidão!
 
Amigo sem rosto
Amigo sem corpo,
Amigo da Eternidade.
 
E pelo bem que a mim fazes,
hoje te batizo com o nome de
"Felicidade"
 
Designado pelo Céu!
 
És meu Anjo de Guarda Protetor!
 
Salve!!! Salve!!!
 
Obrigada Senhor!
 
* * *
 
Amigos
Virtuais
 Margaret Pelicano 
 
Tenho tantas irmãs,
são atrizes e guerreiras!
No jogo da vida companheiras,
na luta diária faceiras,
emotivas e de bom coração.
Quero nesta ode domingueira,
agradecer a Deus,
pelas doces companheiras,
que ele colocou em minha vida,
tornando tudo em volta iluminado,
são minhas amigas virtuais,
minhas manas queridas!
 
Quanto aos homens,
aqui na Net encontrei plenos cavalheiros,
pessoas simpáticas, gentis guerreiros,
que me amparam quando preciso,
quando as lágrimas se fazem sorrateiras,
e eles percebem a tristeza
que invade uma vida inteira!
Volto a agradecer ao Criador por gente tão boa,
por amizades de muitos anos,
que nunca me causaram danos,
pelo contrário:
fazem-me rir à toa!
 


Escrito por Marisa de Mello às 21h16
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Teu filho vive!
Humberto Rodrigues Neto 
 
Tira da mente esse momento triste,
e esquece a dor de um lance desditoso,
desses aos quais nenhuma mãe resiste
e encharca o lenço em pranto doloroso! 
 
Pra aliviar o drama em que te viste,
verte as tuas lágrimas ao Pai bondoso,
mas agradece o tempo bom que hauriste
ao lado de um infante tão formoso! 
 
Há outras vidas pulsando no ar sidéreo,
alheias à mudez de um cemitério,
ainda que não possas compreendê-las! 
 
Não lembres o clangor do último sino,
pois só levou pro céu o teu menino,
pra que o vejas sorrindo entre as estrelas!
 
* * *
 
 


Escrito por Marisa de Mello às 21h15
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V I D A
SEM FIM
Elio Mollo
18/Fev/2007

 
O Amor é energia.
Força que rege até o profundo.
Com Ele tudo é harmonia
a encadear cada conjunto.
 
O início surgiu
da força de um pensamento,
que expulsou a escuridão,
preencheu o que era vazio,
fez a claridade surgir do roldão,
tudo harmonizou,
para o Sol sua luz expor.
 
Luz que ilumina o todo
e produz o ingrediente da vida.
Sua obra é fundamental
para o Ser Supremo se manifestar
em sua criação monumental.
 
Vida que caminha
sempre com passos firmes,
movimentando todas as partes,
com uma capacidade pulsante
e uma energia incessante.
Produzindo um evoluir constante .
 
É firmado que Deus é Amor
e o Amor se estende além do confim.
Sosseguem os corações,
pois só o mal é que tem fim.
 
* * *
 


Escrito por Marisa de Mello às 21h15
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Delicadeza
Mercília Rodrigues
 
Quisera ser o beija-flor ou borboletas!

Dar toques musicais na beleza
inata, imaculada da delicadeza,
criação divinal com mil facetas ...
Banhar-me do eterno que permanece
imutável, no sublimar que enternece,
no espetáculo da criação renascida
em cada gestação do amor à vida!
Na brancura do lírio, flor singela,
que simboliza a maior pureza,
pousa a borboleta frágil, bela...
Com a elegância e delicadeza,
o beija-flor, como a pedir licença,
dá-lhe o beijo, tira-lhe a essência!
Enamorados na doação do amor...
Ele, tão grácil ave, ela, tão pura flor!
 

* * *



Escrito por Marisa de Mello às 21h15
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Do amigo Stairway

Stairway

A felicidade é como o ciclo do mar.
Há dias em que a nossa vida transborda,
inundando-se da mais pura alegria;
outros, ela esconde-se como as conchas
absorvidas pelas ondas.
Mesmo que a maré se modifique,
na sua profundeza continuam vivas
as maiores belezas e delícias da vida...
É isso que se deves preservar em teu coração:
A Essência da Felicidade!


Escrito por Marisa de Mello às 21h14
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